Órfãos: Hyundai Sonata

23 fev

Curitiba, Paraná: contribuição de Daniel Ricardo Cadore.

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Sonata  (1) Sonata  (2)

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21 Respostas to “Órfãos: Hyundai Sonata”

  1. Lucca dos órfãos 23 de fevereiro de 2014 às 22:03 #

    Destino comum entre luxuosos e importados anos 90

  2. JP 23 de fevereiro de 2014 às 22:32 #

    Quando eu vejo esses carros antigo, comparando com os novos desta marca, logo penso, como a Hyundai melhorou – risos.

    Só não sei se um dia isto vai acontecer com as chinesas.

    • Letoledo 24 de fevereiro de 2014 às 07:59 #

      Será que a Hyundai melhorou ou é o tempo que mostra a verdadeira face da durabilidade de seus automóveis ? Já tenho visto até uns Azzeras bem judiados pelas ruas. Confesso que tenho certo receio com marcas sul-coreanas. Ainda não consegui esquecer a péssima impressão que deixaram Hyundai e Kia nos anos 90. Tomara que eu esteja errado.

      • Sérgio 24 de fevereiro de 2014 às 14:25 #

        Olha Letoledo, concordo com sua preocupação e até valido ela no caso de veículos mais simples, como o i30. Meu amigo tem um, com transmissão manual, e a embreagem hidráulica já está baleada, com menos de 40milKM; em cuja troca completa do sistema(concessionária e mecânicos particulares avaliaram) vai custar mais de R$3.000,00. Outro ponto que me deixou extremamente desapontado no i30 foi a falta de balancins roletados no motor(que o do Elantra possui), o que causa uma vibração desagradável em marcha-lenta, p.ex: quando parado no semáforo. Isso eu considero economia na base da porcaria. Fosse um carro mais simples, ok, tolera-se. Mas num hatch médio metido à “de luxo”, é um tiro no pé.

        Já o AZERA é outro caso. Lembremos que ele é vendido nos EUA num segmento BEM IMPORTANTE, o de sedans médios(no padrão USA, “grandes” para nós), onde enfrenta Honda Accord, Toyota Camry e Nissan Altima. Nesse segmento não dá para brincar, pois o americano não perdoa. Por isso já li e ouvi que o Azera é um produto construído com esmero. Claro, se judiar, qq carro fica baleado. Vejo alguns Camrys velhos(03-06), 95% blindados, meio judiados. Mas não quebram. Acredito que o Azera siga a mesma filosofia. “Nomatterwhat” não para.

        Em suma, sua preocupação se faz válida, ainda que tenha havido sério progresso por parte da fabricante sul-coreana.

    • Sérgio 24 de fevereiro de 2014 às 14:27 #

      Dúvido, JP. É uma questão de filosofia cultural. Enquanto a Coréia do Sul investiu pesado em desenvolvimento e mudou da água para o vinho(comparada ao pós guerra); a China continua com a mentalidade oportunista, de fazer barato, para vender mais, durar menos e requerer novos produtos. É que isso não se aplica com automóveis. Ao menos, não aqui no Ocidente. Então a tendência, pelo que temos visto(em termos de durabilidade e resistência dos chineses), é que terminem queimados e abolidos, como os antigos automóveis soviéticos da Lada – que nem Deus quis..

      • César Roëntgen 24 de fevereiro de 2014 às 14:55 #

        É Sérgio, o problema é que no Brasil o automóvel tem valor residual muito alto, pois as peças e serviços básicos são muito caros, o custo dos impostos e dos seguros é exorbitante e dadas as distâncias continentais, a quilometragem percorrida em pouco tempo é altíssima, tem muito carro no Brasil que roda 80, 90.000 km num ano, o que acelera deveras o desgaste, na Europa é muito comum encontrar carros só aos quase 20 anos atingindo essa quilometragem. Aliás, no Velho Continente, a maioria dos carros é descartada ainda em ótimas condições. Pois a facilidade para adquirir um novo é grande.
        Então aqui no Brasil, ficaria difícil trocar por um novo se o carro velho perdesse todo o seu valor.

        • Sérgio 25 de fevereiro de 2014 às 23:11 #

          Poxa César, já observei exatamente o contrário. Nas vezes em que estive na Europa, sempre fui de fuçar os carros diferentes(aqueles que não temos aqui). E à época dos hodômetros analógicos(faz um tempinho, hehe), lembro-me de ter ficado abismado em ver carros relativamente novos(à época) com altas quilometragens. Por exemplo, em 96(se não me engano), vi um Vectra hatch do modelo antigo(nossa geração 93-96), ainda recente e com quase 200.000km. Já aqui no patropi, embora reconheça as altas quilometragens, no meu círculo de conhecidos, salvo 2 que vão até a Lua e voltam, a maioria roda entre 10 e 12mil KM por ano.

      • JP 24 de fevereiro de 2014 às 22:04 #

        Tem razão Sérgio, é praticamente certo, infelizmente, que os carros chineses fiquem sempre de forma oportunista, de vender barato para vender mais. Espero estar errado, mas, como você bem escreveu, é uma questão cultural.

  3. Marcus Vinícius 24 de fevereiro de 2014 às 08:49 #

    Tá inteirão.. de lata pelo menos… Pela placa foi do Rio pra acabar no Paraná… Acho bacana esse carro, tem um design sóbrio e moderno pra época…

  4. Homem Mau, Feio e Barbudo do Ferro Velho 24 de fevereiro de 2014 às 11:20 #

    Certeza que é encrenca mecânica…não compensa arrumar, pois as peças são caras e impossíveis de serem encontradas no mercado…daí acaba assim…

  5. ediomardiego 24 de fevereiro de 2014 às 13:26 #

    Meu vizinho tinha um desses,certa vez furou o radiador,o valor era de 3500 reais e só tinha em SP,não recondicionavam,ja estava muito detonado,conclusão:vendeu do tipo que tava e pegou um vectra gls 98,diz ele que tá contente,muito,mais muito mais barato em questão de manutenção,e é bem dificil de ir para a oficina como o sonata que era quase toda semana.

    • Sérgio 24 de fevereiro de 2014 às 14:29 #

      Edio, o problema – considerando que talvez seu vizinho tenha comprado esse Sonata usado – é que há muito carro importado mantido no tapa. O dono compra, não revisa nada, usa bastante e depois vende. Aí, meu amigo, pode esperar o tsunami de problemas, pq certamente virá. Mas lógico, em termos de gastos, o GMC é bem mais barato.

      • Kanduxo 25 de fevereiro de 2014 às 17:46 #

        Você está corretissimo. Como a manutenção é mais cara na maioria das vezes, o pessoal não a faz da forma correta. Tive carros importados que eram excelentes, não quebravam e eu só fazia manutenção preventiva, tive um Hyundai Accent, por exemplo (já que estamos falando de Hyundai) que foi só alegria e só ia a oficina para fazer “exames de rotina”…kkkk

  6. Sérgio 24 de fevereiro de 2014 às 14:19 #

    Um bom automóvel. Como já dito, de uma era em que as marcas sul-coreanas ainda sofriam com a má imagem(principalmente oriunda do fiasco de qualidade que tiveram nos anos 80, nos EUA). Ainda assim, embora não tenha sido construído com esmero, este Sonata já um representante das melhorias da Hyundai. Resistente, confortável, seguro(duplo air-bag e ABS – verdade que no V6, o 4cc[como este aí] só trazia ABS) e com desenho relativamente agradável. Terminou porque – como todo carro velho importado, o custo é alto e se o veículo não está nas mãos de quem tem $$, não é do tipo “Fiat Uno/VW Gol”, que andam com remendos. Logo para.

  7. César Roëntgen 24 de fevereiro de 2014 às 14:50 #

    95, esse na época era concorrente do Omega CD! Já que carro nacional não tinha coisa melhor!
    Acho que o pessoal se ilude muito com a manutenção, pensam “ah, é carro importado, tem que ser coisa boa e durar a vida toda sem arrumar nada…”, é um pensamento vão, por isso que muitos acabam nesse estado. As peças vão custar caro? Claro que vão, compare-se a quantidade de Sonatas que circulam no Brasil com a quantidade de Monza, Gol ou Chevette. Não tem como não cobrar caro pelas peças.

  8. Magrao monzeiro 24 de fevereiro de 2014 às 15:46 #

    Prefiro mil vezes o omega,mais facil de manter e muito mais bonito e elegante.

  9. tiago 25 de fevereiro de 2014 às 11:52 #

    pode ir direto pra prensa essa bomba.

  10. junior da suprema 25 de fevereiro de 2014 às 13:12 #

    Inteirão!

  11. Kanduxo 25 de fevereiro de 2014 às 17:47 #

    Eu acho um carrão e adotaria. Tive um Accent e era um excelente carro.🙂

  12. Danilo 26 de fevereiro de 2014 às 14:14 #

    Esses hyundai dos anos 90 vão acabar todos assim. Não pq é ruim, ou falta de peças, mas pelo preço delas e desvalorização dos carros coreanos antigos!
    No geral até que são bons, mas andar por anos sem manutenção, aqui no Brasil, só fusca, brasilia, gol…..

  13. Brunno 27 de março de 2014 às 03:10 #

    Conheço esse carro e o dono dele! Ele anda, funciona tudo! O dono comprou um carro novo e pequeno para trabalhar na cidade, ele mora em apt e só tem 2 garagens, a familia é grande e os estacionamentos são caros na região. Ele não vende pq não dão nada de valor e pra ele tem valor sentimental.

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